Atuando no direito com respeito e confiabilidade!

Controle de Processos

Boletins Jurídicos

Newsletter

Previsão do Tempo

Segunda-feira - Parnamirim, RN

Máx
31ºC
Min
25ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Brasília, DF

Máx
26ºC
Min
18ºC
Chuva

Segunda-feira - Rio de Janeiro...

Máx
32ºC
Min
24ºC
Chuva

Segunda-feira - Campinas, SP

Máx
34ºC
Min
21ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Campos do Jord...

Máx
26ºC
Min
16ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - São Paulo, SP

Máx
33ºC
Min
22ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Ponta Porã, M...

Máx
33ºC
Min
21ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Dourados, MS

Máx
33ºC
Min
22ºC
Chuva

Segunda-feira - Campo Grande, ...

Máx
30ºC
Min
23ºC
Chuva

Comitiva de magistrados angolanos conhece o programa Justiça Itinerante

Comitiva de magistrados e desembargadora Cristina Tereza Gaulia posam ao lado do ônibus da Justiça Itinerante na 1ª Vara da Infância e Juventude da Capital “A Justiça Itinerante é uma estratégia operacional, uma política pública do Judiciário cujo objetivo é garantir a prestação jurisdicional a pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica”, destacou a desembargadora e coordenadora do programa Justiça Itinerante, Cristina Tereza Gaulia, em apresentação realizada nesta sexta-feira, 15 de maio, para magistrados angolanos que visitam o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).  O conhecimento acerca da política pública não ficou restrito ao Auditório Desembargador Alyrio Cavallieri. A comitiva foi convidada pela juíza titular da 1ª Vara da Infância e Juventude da Capital, Lysia Maria Mesquista, a visitar as instalações do Edifício Desembargador Bulhões Carvalho e conhecer pessoalmente o trabalho no ônibus da JI na Cidade Nova.  Expedição de declaração de nascimento, retificação em documentos, requalificação civil, reconhecimento de paternidade e maternidade, guarda compartilhada, casamento, pórcio, tutela e interdição são alguns dos serviços oferecidos nas 30 unidades da Justiça Itinerante em todo o estado do Rio de Janeiro.  “Como um cidadão poderá comprovar que ele é quem realmente diz ser se não tiver documentos?”, questiona desembargadora Gaulia. “Sem documentos não é possível lutar por direitos. Por meio do programa, o Judiciário combate o sub-registro e contribui para o empoderamento da cidadania no Brasil. Esse exemplo pode ser seguido por países irmãos, cuja colonização portuguesa foi semelhante à daqui”.                                        Desembargadora Cristina Gaulia apresenta programa Justiça Itinerante à magistrados angolanos  O conselheiro do Tribunal Supremo de Angola Artur Domingos Gunza ponderou sobre os desafios similares enfrentados por Brasil e Angola. “Do ponto de vista social e cultural, temos muitos aspectos em comum, como a dificuldade de determinadas populações acessarem o sistema de justiça. Em nosso país, há uma iniciativa semelhante à da Justiça Itinerante que faz a identidade das pessoas, mas precisamos aprimorar e agregar outras facetas nessa para ampliar o serviço”.  Justiça Itinerante  O programa Justiça Itinerante do Rio de Janeiro começou em 2004 a partir da Resolução 101 do Órgão Especial do TJRJ. Em 2022, houve uma ampliação da competência e a criação da Justiça Itinerante especializada em registros. No mesmo ano, o Conselho Nacional de Justiça assinou a Resolução 460, que dispõe sobre a instalação, implementação e aperfeiçoamento da JI no âmbito dos Tribunais Regionais Federais, dos Tribunais Regionais do Trabalho e dos Tribunais de Justiça.  Clique aqui para saber o calendário dos polos da Justiça Itinerante.  KB/IA  Foto: Brunno Dantas/TJRJ  
15/05/2026 (00:00)
Acessos ao Site  10111258
© 2026 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia